Proerd atenderá mais de 1.350 alunos do Sistema Municipal de Ensino no 1º semestre de 2017

DSC_0099

A prefeitura municipal de Itaquaquecetuba, por meio da secretaria municipal de Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semecti) em parceria com a o 35º Batalhão da Polícia Militar do Estado de São Paulo, desenvolvem mais uma vez o “Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência” (Proerd). A ação tem como objetivo principal prevenir o uso de drogas nas escolas para os alunos do ensino fundamental, na faixa etária entre 9 e 12 anos.

O Proerd é estruturado pela participação dos alunos em sala de aula, caracterizado por um encontro semanal com duração de uma hora aula, momento em que são ministradas as orientações por policiais treinados especialmente para atender esse público, sendo que nessa etapa os instrutores são o CB PM José Roberto e o CB PM Célio. Como material didático para acompanhar as aulas, o programa oferece uma cartilha para cada educando. E, por fim, após a conclusão do curso os discentes recebem certificados e fazem um juramento em público comprometendo-se a resistir quando da oferta do uso de drogas e a prática de violência.

Neste ano de 2017, no primeiro semestre, foram contempladas com a execução do Proerd as seguintes escolas municipais: EM José Marinho Ferreira (200), EM profª Maria Cristina Diniz de Almeida (200 alunos), EM. pref. Benedito Barbosa de Moraes (81 alunos), EM Prof. Paulo Nunes (167 alunos), EM ver. Augusto dos Santos (120 alunos), EM ver. João Marques (175 alunos), EM Benedito Vieira da Mota (180 alunos), EM eng. Chiozo Kitakawa (240 alunos). Todos estes 1.363 alunos, são regularmente matriculados no 5º ano de sua Unidade Escolar.

Para a profª Me. Verônica Cosmo Barbosa, a parceria é de extrema importância “num momento em que a sociedade e as famílias sofrem devido à violência gerada pelo consumo indiscriminado de drogas, ação que atinge cada vez mais crianças em idade menor”. Deste modo, as informações adquiridas pelo participante do Proerd, certamente estimulará os alunos a refletirem em momentos e em ambientes vulneráveis, sobre os malefícios do uso de drogas e as futuras consequências, afastando-os desses espaços, concluiu Verônica.

 

Elizeu de Miranda Corrêa

Assessoria de Projetos Educacionais e Eventos

DSC_0096